Personal Branding Trends | 2023

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“O futuro tem muitos nomes. 

Para os fracos é o inalcançável. 

Para os temerosos, o desconhecido.

Para os valentes é a oportunidade.” (Victor Hugo)

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Como nos anos anteriores, publicarei minha contribuição ao mercado, aos nossos alunos espalhados pelo mundo, e a quem possa interessar, neste artigo (quase um dossiê), sobre Tendências do Personal Branding, só que, ao falar de tendência, não estamos falando de “feeling”, de “achismos”, é uma área que envolve muito estudo, observação e análise, (e não apenas experiências pessoais) retratadas, e que, poderão de fato, ter grande impacto em vidas, carreiras e no meu e no seu negócio.

Quero trazer aqui para a conversa, a credibilidade e autoridade no tema de um instituto internacional, que é a INOVA Business Consulting, que inclusive, fez a previsão da pandemia, antes dela ocorrer, e é parceira institucional da PB.Academy – Escola Executiva Internacional em Personal Branding, em que sua expertise é justamente realizar a análise de tendências com visão de curto, médio e longo prazo, e que deixarei aqui meu parecer estratégico em alinhamento com o gerenciamento das marcas pessoais, de como estas tendências mapeadas impactam, de fato, o Personal Branding, classificadas em 5 esferas:

#1 MEGATRENDS | MEGATENDÊNCIAS (10 / + anos): movimentos e mudanças (de larga escala) em termos sociais, econômicos, políticos, ambientais e tecnológicos, que se manifestam de forma consistente na realidade atual e que influenciarão decisivamente o futuro. 

#2 BEHAVIORAL TRENDS | TENDÊNCIAS COMPORTAMENTAIS (3/5 anos): processos de mudança que resultam da observação do comportamento dos consumidores e que originam a criação e o desenvolvimento de novas ideias: de negócio, de produto ou serviço, de marca ou de ação. 

#3 BUSINESS TRENDS | TENDÊNCIAS DE NEGÓCIO (2 anos): mudanças no mercado resultantes da atuação dos players, do comportamento dos consumidores e das realidades econômicas, políticas e sociais que influenciam a forma como as empresas tomam decisões em seus negócios, considerando áreas de atuação e apostas estratégicas para o futuro.

#4 EMERGING TRENDS | TENDÊNCIAS EMERGENTES (12 meses): acontecimentos que se materializam de forma rápida e escalável no curto-prazo e que condicionam e direcionam a realidade dos negócios.

#5 INSIGHTS: articulações estratégicas resultantes das tendências que permitem a tomada de decisão empresarial sobre cenários, caminhos e planos de ação futuros.

Mas antes, importante salientar que, quando se atua com Tendências a primeira coisa a fazer é diferenciar os vários conceitos sobre o tema. Assim: Uma TENDÊNCIA é definida como uma mudança e alteração com capacidade de influenciar as dinâmicas dos negócios e o comportamento dos consumidores.

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#TREND1As competências socioemocionais terão prioridade no mundo do trabalho sobre as competências técnicas. 

Os estudos sobre competências socioemocionais levaram a algumas divisões sistêmicas das principais habilidades. Oliver John, professor do Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia e psicólogo pesquisador do Instituto de Personalidade e Pesquisa Social, dividiu-as em grupos e que desdobradas, temos estas 12 abaixo, confira!

1.        criatividade: capacidade de desenvolver ideias, projetos e criações inovadoras e úteis;

2.        pensamento crítico: habilidade de tomar decisões e aprender coisas novas por meio da análise crítica de informações, com as quais o indivíduo se depara ao longo de sua vida;

3.        comunicação: capacidade de escutar, compreender e passar informações de forma clara e eficiente;

4.        colaboração: habilidade de compartilhar tarefas e se unir a colegas para resolver problemas de forma prática, realizando atividades de maneira coordenada;

5.        atenção plena: percepção focada no presente e capacidade de se concentrar nas atividades, visualizando problemas sob variadas perspectivas;

6.        curiosidade: sede de aprender, compreender o mundo e explorar novas ideias e projetos;

7.        coragem: defesa da vontade própria para alcançar objetivos, defendendo seu posicionamento e, se necessário, confrontando os demais de maneira empática;

8.        resiliência: capacidade de lidar com desafios e mudanças sempre focando na possibilidade de aprendizado;

9.        ética: orientação para princípios morais nas vivências e tomadas de decisão;

10.      liderança: capacidade de se tornar uma voz que guia caminhos a serem explorados em conjunto;

11.    metacognição: reconhecimento de suas próprias habilidades, atitudes, valores, conhecimentos e aprendizagem e capacidade de estabelecer metas pessoais e se adaptar com base nos resultados alcançados;

12.   mentalidade de crescimento: convicção de que o esforço leva ao progresso e capacidade de crescer com os obstáculos.

Dentro de um processo de Personal Branding, que se inicia intencionalmente quando você toma consciência de que você possui uma marca pessoal, e que precisa descobrir mais sobre ela, direcioná-la, fortalecê-la e gerenciá-la ampliando seu valor no mercado, olhar para quem você é (identidade), e entender os atributos que carrega (aqui é onde entram seus skills), olhar para quais são suas competências socioemocionais atuantes e quais precisa desenvolver, é passo estratégico para fazer parte destes novos tempos mercadológicos, não garantindo apenas sua diferenciação, mas subsistência no mercado. 

** “O que funcionou no passado – pode não garantir seu futuro” … update-se!

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#TREND2Novas disciplinas serão incorporadas aos currículos, como futuro e tendências, criatividade, empatia e cooperação, entre outras, O conceito Lifelong Learning (Educação ao longo da vida) fará parte da rotina diária das pessoas;

Aqui destaco 2 tendências apontadas e que impactam nosso desenvolvimento (pessoal/profissional), como indivíduos, ou se você tem, assim como nós, um negócio na área educacional, irá ter impactos também em seu modelo de negócios.

PB.Academy, por exemplo, já está alinhada, oferecendo a disciplina de Tendências a todos os profissionais que se certificam conosco, com uma das maiores autoridades no assunto, que é nosso professor-convidado, Luis Rasquilha – CEO da INOVA.

Pois para um profissional que irá atuar como estrategista de marcas pessoais é fundamental estar com seu olhar “afiado” integrando passado-presente e futuro, para a construção das melhores estratégias para seus clientes.

Gerenciar a própria marca pessoal requer investimentos financeiros e uma tomada de decisão assertiva, para isso, ter clareza estratégica é fundamental, e no que tange o lifelong learning, trata-se de ter uma visão de quais aprendizados devem fazer parte desta jornada e o porquê, para não adentrar em um círculo vicioso apenas de aquisição de novos conhecimentos, sem tempo para colocá-los em prática, causando muitas vezes estafa mental.

Selecionar quais conhecimentos você precisa adquirir (sejam específicos – ou genéricos) faz com que você concentre suas energias, foco, atenção, tempo e investimentos, e aqui minha dica particular: aplique os conhecimentos pré-existentes antes de partir para novas aquisições, nada como a prática para testar a teoria nesta jornada. Não queira aprender tudo ao mesmo tempo, respeite os processos, sua marca pessoal evolui à medida que consistentemente você se desenvolve. 

** Você pode acelerar processos, mas nunca pule etapas.

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#TREND3Novos modelos de trabalho, de relacionamento e de entrega de valor.

Eles ditarão as regras pelas quais todos se vão reger. Esta transformação foi designada, em 2016, pelo WEF (World Economic Forum), como 4ª Revolução Industrial, onde o poder da tecnologia e da conectividade se afirma como base de influência e alteração de todos os pressupostos que até agora regeram as empresas, os negócios e o próprio mundo. Vivenciamos a convergência entre o físico, o biológico e o digital, o que significa uma mudança profunda, não no que fazemos, mas, no que somos. 

Muito se fala sobre imagem e reputação, mas a pandemia trouxe profundas reflexões, confrontos e questionamentos no que tange o indivíduo e sua identidade. No momento em que muitos perderam o emprego, empresas fecharam e carreiras precisaram ser reinventadas.

Um processo de Personal Branding inicia olhando para dentro e não para fora, logo, dar o mesmo peso para a Identidade, do que se dá para Imagem e Reputação será fundamental. E os novos tempos nos levaram cada vez mais a viver esta verdade “de quem somos” em todas as camadas, sem criar marcas pessoais, mas descobrir a sua verdadeira marca pessoal e mostrá-la para o mundo, onde surge a verdadeira autenticidade.

** O “real people” ganhará cada vez mais força em todos os pontos de contato, sejam digitais ou não.

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#TREND4Conectividade Permanente

A conectividade assumiu decisivamente o poder, conectando pessoas e empresas de forma permanente, potenciando as relações, a troca de informação e o diálogo 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) facilitada a partir da convergência tecnológica e do surgimento constante de novas soluções nas áreas de vestíveis, implantáveis, realidade aumentada, impressão 3D, internet das coisas ou inteligência artificial. Com uma previsão de atingir 100% da população conectada entre 2022 e 2025, quem não estiver conectado e, principalmente, quem não entender a convergência tecnológica estará irremediavelmente fora do jogo.

Com isso, gerenciar a marca pessoal no ambiente digital tornou-se também mais desafiador, ao mesmo tempo em que dispomos de mais ferramentas de automação, dispomos de mais canais para gestão, interação, relacionamento e geração de valor para com a audiência.

O desenvolvimento das “digital skills” (competências digitais), são fundamentais para a autogestão da MP, porém, esta conectividade permanente traz um tripé para apoio na gestão da marca pessoal, sendo ele:

Autogestão + apoio de automações + outsourcing (terceirização de competências), em termos práticos: O processo acontecendo com o apoio destas três forças, a autogestão, pois o indivíduo é a fonte da informação e que irá tangibilizar sua proposta de valor; as automações que podem otimizar processos, escalar e dar apoio quando o indivíduo não está online, e claro, a contratação de competências complementares para elevação da qualidade das entregas e otimização do tempo (ex: social media, videomaker, fotografia, assessoria de imprensa, designers, assessor pessoal etc..).

Não se esqueça que por mais que já vivamos esta “conectividade permanente” e tudo indica sua maximização nos próximos anos, o face-to-face, o offline ganham peso de diferenciação e aumento de valor neste cenário.

Faça uma boa gestão 360, muitas vezes é preciso se desconectar, mas se conectar realmente. 

** Tenha estratégias, táticas e ferramentas trabalhando para você online enquanto você está no off.

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#TREND5Busca de Equilíbrio

O ressignificar de prioridades, dos propósitos e dos valores, tem deixado claro que a sociedade busca um equilíbrio. Se antes era carreira ou família, por exemplo, hoje é um e outro. Não mais um ou outro. O equilíbrio entre produção e consumo, entre exercício e alimentação, entre entretenimento e descanso (e tantos outros) reforça o entendimento que existe maior consciência para a adoção de caminhos equilibrados (ou caminhos de meio) em detrimento de extremos, nunca saudáveis.

Estratégias de negócio alinhadas às estratégias de vida, e neste processo, o olhar para a marca pessoal que beneficia ambos lados.

A partilha de conteúdos nos canais digitais inclusive refletirão cada vez mais isso, a conexão com o real, com os bastidores, com o indivíduo também, não apenas sua “persona profissional”, por isso, já estamos vendo, e veremos cada vez mais conteúdos pessoais em redes como o Linkedin, a questão de não se ter dois perfis (pessoal/profissional) em redes como o Instagram.

Esta busca de equilíbrio vem fazendo muito profissionais encontrarem no Personal Branding o caminho para se posicionarem/reposicionarem em suas carreiras, realizarem uma transição, muitas vezes para o empreendedorismo e para isso, sua marca pessoal está no centro destas movimentações, para aumentar seu valor no mercado, possibilitando trabalhar “menos” porém de maneira mais inteligente e ganhar mais, fazendo com que sua marca pessoal possa trabalhar por você.

Gestão das emoções, do tempo, da saúde fazem parte deste “pacote” e que gera valor percebido (e real) para uma marca pessoal. 

Neste cenário da busca pelo equilíbrio amplia-se também o tema da espiritualidade, inclusive nos ambientes corporativos, como prática e como pauta refletindo valores, influenciando e fazendo parte do posicionamento de muitos profissionais, como uma bandeira antes não exposta.

** A Era do “workaholismo” já não é mais apreciada e será cada vez menos neste cenário pós-pandemia.

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#TREND 6: Nomadismo Digital

Crescem nos mercados profissionais aquelas pessoas que não há o “ir ao escritório”, tão pouco o cumprimento do expediente normal. Usando mochilas e pastas modernas, com um ar informal, abandonando gravatas e ternos, adotando roupas leves e confortáveis e impulsionados pela conexão, eles trabalham quando e onde querem e precisam. Um estilo de trabalho e de vida fundamentalmente urbano e digital, que traz consigo novos e diferentes padrões de mobilidade e de hábitos de alimentação, relacionamento e consumo.

Vidas mais Online: Em pleno momento de um mundo conectado quase que se afirma que se não está na internet é porque não aconteceu. Isto significa que o mundo digital tem-se sobreposto ao físico quando mais importante do que (por exemplo) viver um determinado momento é mais relevante postá-lo e compartilhá-lo com a comunidade de seguidores. As vidas estão sendo vividas mais na rede social do que nos moldes físicos e, apesar dessa realidade ser muitas vezes criticada, o fato é que o mundo digital tem assumindo a prioridade e a relevância na vida das pessoas caminhando para um mundo 100% conectado.

Há quem sonhe com este estilo de vida, há quem de fato o viva e há quem não se identifique em nada com os “perrengues” que este estilo de vida traz, porém, o modelo de negócios que sustenta esta estratégia de vida (e de business) de maneira integrada, passa pela marca pessoal.

A facilidade de “engajar” uma fotografia de viagem na França ou em Nova Iorque, faz com que muitas pessoas paguem para viajar para esses lugares (pela foto – na torre Eiffel ou na Time Square), o que chamamos de Ego-Trip, porém, para o nomadismo ser um negócio de fato rentável (e não miserável), o desenho estratégico do negócio é fundamental alinhado à estratégia de Branding Pessoal.

O entendimento, mais uma vez, do indivíduo, seus valores, competências e objetivos é crucial para o desenho de uma estratégia que adote este estilo de vida e negócios em segunda instância o olhar para fora (mercado, clientes, concorrentes e portfólio de produtos e serviços).

Não há apenas uma forma de desenvolver a carreira, o que  é válido também para o desenho de modelo de negócios e para as táticas no gerenciamento da marca pessoal para alcance dos objetivos.

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#TREND 7: Empoderamento

Representa o movimento crescente de transferir e dar poder aos consumidores, permitindo que estes tomem as suas decisões, nos mais variados âmbitos: pessoal, profissional, político, entre outras. Pessoas empoderadas são agentes de transformação e clientes empoderados contribuem para a perenidade dos negócios. Empresas com colaboradores e com clientes empoderados garantem maior solidez ao construírem à sua volta comunidades de seguidores e apóstolos.

Esta tendência aponta para um crescimento também do Personal Branding dentro das organizações, justamente como uma ferramenta de empoderamento das marcas pessoais que fazem parte e constroem os resultados de negócio da marca corporativa.

Não apenas o conhecido Employer Branding (marca empregadora), mas o Employee Branding (marca do colaborador) neste processo de atração, retenção, formação da imagem e percepção, fidelização, oportunidades de negócios, influência na cultura e clima organizacional serão pautas que veremos cada vez mais profissionais adotando e empresas procurando.

Você poderá aprender e aprofundar mais sobre este tema aqui

Inclusive hoje é normal encontrar em uma mesma empresa pessoas das várias gerações (baby boomers, x, y e já a z também). Isso abre inúmeras oportunidades e demonstra a evolução que a humanidade está vivendo e a necessidade de alinhamento estratégico destas marcas pessoais geracionais no contexto corporativo nos aponta uma grande oportunidade. 

** Personal Branding como pauta para o Recursos Humanos.

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#TREND 8: Economia da Experiência

Os produtos por si só já não têm o valor de outros tempos. O consumidor procura algo mais do que um simples produto. Todo o processo de compra deve ser acompanhado por algo único – uma experiência – capaz de estimular os cinco sentidos. A experiência na compra e na utilização de produtos e de serviços deve ser memorável e transformar todo o processo de compra e de consumo em algo inesquecível. Economia da Experiência refere-se por isso a experiências vividas pelo consumidor, proporcionadas pelas marcas, com o objetivo de que estas se transformem em vendas, reconhecimento e reforço de imagem.

Quando falamos de marca pessoal, falamos de experiências que marcam (em todos os pontos de contato) e podem ser positivas ou negativas,  e que deixam registros emocionais, percepções criadas e que impactam na reputação, na confiabilidade e na atração de novos negócios, recomendações, etc.

Não produtizar-se é imprescindível quando falamos de estratégias de Branding aplicadas ao indivíduo, pois são distintas às aplicadas a produtos ou marcas corporativas, neste ambiente muitos erram e acham que por criarem marcas de empresas, se faz a mesma receita para profissionais.

Pensar na experiência que o indivíduo está oferecendo a todos os seus stakeholders (públicos de influência) garantirá uma olhar atento, um processo de melhoria contínua que parte da essência para a aparência, passando pelos valores, e que se estabelece no posicionamento desejado (em mentes e corações).

Não pode-se produzir um personagem digital e a experiência no offline, por exemplo, seja diferente da “promessa vendida”, essa incongruência gerada na expectativa da experiência pode “detonar” a percepção de valor de uma marca pessoal.

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#TREND 9: Propósito e Autenticidade

Propósito e Autenticidade são hoje faces da mesma moeda de gestão, que deve estar mais centrada em garantir a longevidade da empresa, sabendo gerenciar o momento. Propósito pode ser definido como um modo único e autêntico por meio do qual sua marca fará a diferença no mundo. Autenticidade surgiu com a mudança para a Economia de Experiência, citada acima, onde cada vez mais consumidores estão interessados em experienciar algo que apele aos seus sentidos de uma forma pessoal do que apenas comprar produtos. 

Um dos muitos significados da palavra autenticidade é “aquilo que é verdadeiro”. A pessoa que age com verdade expressa os seus sentimentos e opiniões sem temer retaliação. Ela não possui segundas intenções e, quando quer alguma coisa, expressa a sua vontade para que não haja desentendimentos futuros. E na gestão um clima autêntico reforça a inovação e relevância das empresas nos mercados. Obriga a uma mudança de valores culturais na busca de maior autonomia e flexibilidade (mas também de auto responsabilização) de todos.

Mais uma vez, o Personal Branding como alavanca de propósitos e a autenticidade como ingrediente de cada marca pessoal. Um consultor na área deve ajudar seu cliente a olhar para dentro e encontrar seu fator X e não “copiar modelos”, estabelecer a verdadeira essência de uma marca pessoal começa com o entendimento de identidade e propósito.

Muitos pensam que o Personal Branding pode ser uma “fábrica”de tornar todos iguais, quando na verdade é exatamente o contrário, o PB  ajuda a descobrir, organizar, alinhar e externar como você pode contribuir com o outro, com a sociedade e mundo, sendo você.

** Menos Branding e mais Pessoal!

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#TREND 10: Protagonismo, Globalização, Força e Poder da Sociedade

 O ‘’ser parte ativa’’ de forma responsável ganhou o mundo. Temos uma missão e/ou desígnio/chamado que deve ser atendido para fazer a diferença no mundo e com isso, assumir o protagonismo de nossas vidas, carreiras e resultados.

Já a globalização – Motivada pela conexão, a velocidade com que tudo acontece é cada vez maior. Ao estarmos mais conectados em rede também conseguimos ter cada vez mais poder. Uma pessoa sozinha tem determinada influência mas quando se junta ao grupo ganha um poder imparável.

A força da sociedade conectada e globalizada está assumindo o seu papel de influenciadora e transformadora do mundo, ultrapassando a tradicional atuação das marcas no esforço de se promoverem através dos chamados canais tradicionais. A avaliação de um hotel no tripadvisor tem muito mais credibilidade do que a comunicação do hotel em si, uma vez que essa nota resulta da opinião de quem já frequentou este hotel. Da mesma forma, a avaliação que um motorista do uber apresenta transmite maior ou menor segurança a quem irá utilizar os seus serviços posteriormente. Por outro lado, a forma como todos em todo o lugar acedem à informação potencia uma escala verdadeiramente global de tudo o que acontece, assistindo-se a um movimento de globalização digital, profundamente transformador da sociedade em que vivemos.

A última edição do PBEX Experience trouxe o  tema “Marca Pessoais que Protagonizam” alinhado à esta tendência, chamando a atenção para esta autorresponsabilidade de cada indivíduo, não esperando pelo empregador, pelo governo, por algum “representante”, mas fazendo a sua parte, usando a sua voz, amplificando-a e construindo seu legado.

** “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades” – Stan Lee

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#TREND 11:  Valorização das Soft Skills 

Está provado que pessoas felizes produzem mais, são mais criativas e conseguem resultados surpreendentemente melhores do que pessoas cujo estado de espírito é considerado como um estado neutro ou negativo. E para garantir um ambiente saudável que possibilite melhores índices e melhores performances é necessário garantir o equilíbrio das competências técnicas, com as comportamentais e as de gestão, incluindo de forma permanente e efetiva a gestão dos chamados soft skills, ou seja, mais do que preparar as pessoas com apenas características técnicas, a gestão do futuro passará cada vez mais pela gestão de sorrisos de todos quantos interagem com as empresas (clientes, parceiros, fornecedores, colaboradores, entre outros). 

Ao se falar das soft skills no processo de gerenciamento da marca pessoal, falamos de observar a ação, mas também a reação, falamos de feedback como mecanismo para compreender o impacto das ações (no individual e no coletivo) e dos comportamentos na formação da imagem e reputação. 

** Lideranças mais softs em um mundo cada vez mais hard.

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#TREND 12: Client Centricity, Brand Power e Reputação

Conhecer o cliente, mapear a sua jornada, identificar as suas necessidades e descobrir a tarefa para a qual somos contratados (job to be done) fará a diferença na gestão de portfólios, estratégias de comunicação e de relacionamento futuros para tal a marca é fundamental. Branding ou Brand Power é definido como o conjunto de ações que a empresa define em termos de marketing e comunicação, alinhadas com o seu propósito, posicionamento e valores defendidos e que visam fortalecer a relação e reputação junto dos clientes. E em um mundo onde as marcas são cada vez mais importantes, a diferenciação delas estará cada vez mais centrada na sua capacidade de contar histórias verdadeiras e que se conectem emocionalmente com o seu cliente.

A marca pessoal não tem sentido para si. Ela tem sentido quando consideramos o outro. Não se trata apenas de ser diferente, mas de fazer a diferença, cada vez mais será assim. Logo, observar o outro, dedicar-se a conhecer suas necessidades e desejos, criar narrativas que conectam, desenvolver soluções que façam sentido e cuidar da reputação como um ativo de valor é fundamental na gestão contínua da marca pessoal.

Para o grand finale…

Pós-Pandemia – A situação que o mundo viveu, de isolamento, conjugada com a crescente consciência social trouxe à tona um maior humanismo e solidariedade com o próximo. Um dos legados deste momento do mundo será a maior consciência e preocupação com o outro dando sentido à expressão: o futuro do ser humano é ser humano. E o papel de cada um de nós e a obrigação também só aumenta daqui para a frente na busca de um mundo melhor.

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Deixe sua marca pessoal em um mundo cada vez mais global

De olho nas tendências, mas focado na excelência em seu dia a dia! 

Até 2024! =)

#PersonalBrandingTrends

Um abraço,

Daniela Viek – Esp. Internacional em Personal Branding

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Sobre a INOVA CONSULTING

INOVA é um ecossistema global, criador do conceito de gestão Trends Innovation, com matriz no Brasil e presença na Europa e EUA, que atua de forma integrada em futuro, tendências, estratégia e inovação. 

São parceiros institucionais da PB.Academy – Escola Executiva Internacional em Personal Branding, com a maior formação em carga horária do mundo na área (270h) que na grade de suas Certificações possui o tema Tendências, ministrado por uma das maiores autoridades no assunto Luis Rasquilha – professor convidado PBA.

Sobre o Mapa What’s Next 21 (Direção 2030) – É o guia da Inova para apoiar a visão estratégica dos negócios e a decisão das empresas, suportada pela visão do futuro. A sua atualização é feita a cada 3 anos como forma de manter uma lente permanentemente atualizada sobre o mundo e sobre os negócios.

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